Ausência Hollywoodiana

Se fosse escrever seria a base disso ai que seria a base disso aqui, é, tiro daqui e coloco aqui, tiro de dentro e coloco aqui dentro, penso nisso e coloco naquilo, e tende a rodar, pegue a bomba e economize substrato, venha às aulas, consulte o índice, e again, again, again, e again. Enlatada ou não a nova concepção não é nova, ou pode ser velha por ser nova, antiga, já existe. Foi experimental, foi, foi acidental, quem sabe. E Se voltássemos ao no período Paleolítico onde se afirmavam a selvageria brutalmente evidenciada na condição humana, ai inventamos uma religião e sugaríamos a fé dos senhores das tretas conjugais. A partir daí buscaríamos um nova manada de adeptos, talvez Australopthecus, no alto dos seus 1,90m - próximos a mim e ao meu amigo Vino, ou “noceronte”, para os íntimos - e as árvores não suportariam um único culto apreciador da salvação, porque a fé e a envergadura de nossos devotos seriam incalculáveis.
Pronto, decidi(mos), penitência aos malungos apreciadores massa corporal exagerada. Não, não, senhor, aqui é o senhor, tenha fé.
Pois sé, pois Zé também, porque não ele e Maria e, ô José, me prende ao poder condicionador da condição que condiciona minha raiz brasileiramente presa ao O´Interweb, é, iluminação tardia da mente irreverente, sentido aguçado do libido nerdiano, alma possuída do tylenol restaurador. Senhores e senhoras, a vida está ai, a vida foi feita pra ser feliz, a tua e minha, mas ela tem de ser presa, mandíbulas ao vento, falanges as cordas de escoteiros, porque “tristeza não tem fim, felicidade sim...”, “é como essa noite passando... em busca da madrugada..”.
E ao título, essa história não teve compreensão, apenas afirmação dos fatos já inventados, já enlatados. Sendo brutalmente excêntrico, estou bobo, estou bocó, estou feliz.
Pronto, decidi(mos), penitência aos malungos apreciadores massa corporal exagerada. Não, não, senhor, aqui é o senhor, tenha fé.
Pois sé, pois Zé também, porque não ele e Maria e, ô José, me prende ao poder condicionador da condição que condiciona minha raiz brasileiramente presa ao O´Interweb, é, iluminação tardia da mente irreverente, sentido aguçado do libido nerdiano, alma possuída do tylenol restaurador. Senhores e senhoras, a vida está ai, a vida foi feita pra ser feliz, a tua e minha, mas ela tem de ser presa, mandíbulas ao vento, falanges as cordas de escoteiros, porque “tristeza não tem fim, felicidade sim...”, “é como essa noite passando... em busca da madrugada..”.
E ao título, essa história não teve compreensão, apenas afirmação dos fatos já inventados, já enlatados. Sendo brutalmente excêntrico, estou bobo, estou bocó, estou feliz.



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