domingo, abril 01, 2007

Ausência Hollywoodiana


Se fosse escrever seria a base disso ai que seria a base disso aqui, é, tiro daqui e coloco aqui, tiro de dentro e coloco aqui dentro, penso nisso e coloco naquilo, e tende a rodar, pegue a bomba e economize substrato, venha às aulas, consulte o índice, e again, again, again, e again. Enlatada ou não a nova concepção não é nova, ou pode ser velha por ser nova, antiga, já existe. Foi experimental, foi, foi acidental, quem sabe. E Se voltássemos ao no período Paleolítico onde se afirmavam a selvageria brutalmente evidenciada na condição humana, ai inventamos uma religião e sugaríamos a fé dos senhores das tretas conjugais. A partir daí buscaríamos um nova manada de adeptos, talvez Australopthecus, no alto dos seus 1,90m - próximos a mim e ao meu amigo Vino, ou “noceronte”, para os íntimos - e as árvores não suportariam um único culto apreciador da salvação, porque a fé e a envergadura de nossos devotos seriam incalculáveis.
Pronto, decidi(mos), penitência aos malungos apreciadores massa corporal exagerada. Não, não, senhor, aqui é o senhor, tenha fé.
Pois sé, pois Zé também, porque não ele e Maria e, ô José, me prende ao poder condicionador da condição que condiciona minha raiz brasileiramente presa ao O´Interweb, é, iluminação tardia da mente irreverente, sentido aguçado do libido nerdiano, alma possuída do tylenol restaurador. Senhores e senhoras, a vida está ai, a vida foi feita pra ser feliz, a tua e minha, mas ela tem de ser presa, mandíbulas ao vento, falanges as cordas de escoteiros, porque “tristeza não tem fim, felicidade sim...”, “é como essa noite passando... em busca da madrugada..”.
E ao título, essa história não teve compreensão, apenas afirmação dos fatos já inventados, já enlatados. Sendo brutalmente excêntrico, estou bobo, estou bocó, estou feliz.


will.